Num momento, Terri Cheney está agachada sob sua mesa em seu escritório em Beverly Hills, paralisada pela depressão no momento seguinte, empinando pipas à beira de um penhasco sob uma violenta tempestade. Num outro momento, ela está tomando uma dose excessiva de analgésicos com tequila e depois está perdidamente apaixonada. Bonita, extremamente bem-sucedida e brilhante, Cheney como outros 10 milhões de pessoas, apenas nos Estados Unidos sofre de transtorno bipolar, um terrível segredo que quase a matou. A autora revela os efeitos causados por essa devastadora doença sobre si e sobre aqueles que a cercavam. Desde as múltiplas tentativas de suicídio, experiências de quase morte, noites na cadeia e exploração sexual, passando por amizades rompidas e pelo tratamento de eletrochoque, Bipolar é o retrato de uma vida vivida em extremos, uma inesquecível viagem numa montanha-russa. Easy-share - Download
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A experiência do autor como terapeuta e supervisor fazem deste livro uma preciosidade, pois restitui à psicopatologia seu lugar no contexto geral e no processo de individulização. Aqui são apresentadas observações psiquiátrico-analíticas repletas de preciosas intuições de um junguiano respeitado e raro terapeuta, que assim como Jung, trabalhou em psiquiatria.
Nos próximos dias 16 e 17 de Junho, no Hotel do Mar, em Sesimbra Organização do Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa.
Nos próximos dias 7 e 8 de Junho, no Campus de Viseu do Instituto Piaget.
Gustave Le Bon foi o fundador da Psicologia Social. Em As Opiniões e as Crenças, Le Bon apresenta de forma brilhante as várias formas de lógica: biológica, afetiva, coletiva, mística e racional. A partir daí, passa a analisar as opiniões e as crenças, sua gênese, desenvolvimento, transformação, propagação. Embora tenha sido escrita há muitos anos, é uma obra extremamente atual. Le Bon explica ainda o papel do prazer e da dor, para então avaliar as características do consciente e inconsciente.
Contrariamente a todas as tendências no mundo intelectual de sua época, Husserl quis que a filosofia tivesse as bases e condições de uma ciência rigorosa. Porém, como dar rigor ao raciocínio filosófico em relação a coisas tão cambiantes e variáveis como as coisas do mundo real? O êxito do método científico está em que ele pode estabelecer uma "verdade provisória" útil, que será verdade até que um fato novo mostre uma outra realidade. Para evitar que a verdade filosófica também fosse provisória, a solução, para Husserl, é que ela deveria referir-se às coisas como se apresentam na experiência de consciência, estudadas em suas essências, em seus verdadeiros significados, de um modo livre de teorias e pressuposições, despidas de seus acidentes próprios do mundo real, do mundo empírico objeto da ciência. Buscando restaurar a "lógica pura" e dar rigor à filosofia, argumenta a respeito do principio da contradição na Lógica.
